segunda-feira, 16 de maio de 2011

Progressiva... O Resultado!

Ok, foi! Conforme eu tinha falado no post anterior eu testei 2 progressivas: a X-Tenso da L'Oreal (com tioglicolato) e a Kerapower Perfect Liss da Tanagra (com carbocisteína).
No total eu fiz 3 progressivas:
- 2 X-Tenso L’Oreal: uma em cabelo natural e uma em cabelo com mechas (Sim! Usei tioglicolato em cabelo com mechas!).
- 1 Kerapower Perfect Liss Tanagra em cabelo com mechas.

Resultados:

L’Oreal

O grande problema foi que eu segui as instruções da caixa. Lá não dizia que era necessário fazer a chapinha/escova durante ou após o procedimento (erro de novata). Com isso eu tive como resultado um alisamento não tão eficiente.
No cabelo natural, o qual era onduladão, eu consegui diminuir o ondulado, mas não completamente. Na hora pareceu que tinha ficado liso, mas o comentário é que nos dias seguintes “voltou” um pouco o ondulado do cabelo. No cabelo que tinha mechas o problema era volume, o qual deu pra baixar... não completamente, mas um pouco. Como esse cabelo era com mechas eu usei o X-Tenso para cabelos coloridos, que segundo a atendente da loja é mais leve que o para cabelos naturais.
Infelizmente eu não tirei fotos para mostrar, até porque nem ia dar para perceber direito eu acho.

O que aprendi:
- Preciso urgente de uma chapinha!
- É necessário fazer a chapinha depois da retirada do alisante (antes de aplicar o finalizador) e depois de terminar tudo.

O que não gostei:
- Do cheiro (ovo podre! Horrível!), e do efeito que ficou nas pontas! Achei que as pontas ficaram muito... elétricas... sei lá... meio ressecadas, espigadas parece.


Tanagra

Essa eu fiz beeeeem direitinho. Com direito a chapinha e tudo! Até tirei foto do antes e do depois pra mostrar! =)


Antes


Depois


Meu receio estava no fato que tinham me dito que a carbocisteína pode desbotar a cor do cabelo e, eventualmente, pode deixar as luzes meio alaranjadas. Mas graças a Deus isso não aconteceu! Isso pode acontecer pelo seguinte (explicação científica): A carbocisteína é veiculada em uma formulação bem ácida. Além disso, a chapinha (que deve ser beeeem quente – 200 °C), é feita com o produto ainda no cabelo. Essa combinação de acidez + calor  excessivo + oxidação que a carbocisteina provoca pode degradar alguns pigmentos orgânicos, fazendo com que colorações desbotem ou tons abram.
É verdade que as luzes da minha “cobaia” abriram um pouco o tom, mas nada gritante! Apliquei exatamente como o fabricante recomendou e achei sinceramente que o resultado ficou um espetáculo.
Além disso, gostei muito da textura do produto, fácil de aplicar no cabelo e o cheiro, durante essa aplicação, era bem bonzinho!

O que aprendi:
- Carbocisteína abre a cor das luzes mesmo, mas de forma discreta! Contudo é preciso ter cautela de cabelo para cabelo!
- Realmente ainda preciso de uma chapinha e de um secador mais potente! =P

O que não gostei:
- O cheiro que o produto solta quando se faz a escova e a chapinha... é meio enjoativo, parece uma baunilha!


5 comentários:

valmir fonseca disse...

Olá, amiga;
Só para complementar, devemos ter cuidado com cabelos nos tons de vermelho, pois as escovas a base de carbocisteína influenciam profundamente na cor, deixando os cabelos amarelados!!!

Juliana disse...

Adorei o blog, já estou seguindo!
Venha conhecer meu blog e me segue tb!
bjos, Juliana

praquemamacabelo.blogspot.com

Talyta Rocha disse...

Oiiii adorei seu blog, super explicativo, gostaria muito que me tirasse algumas dúvidas a respeito do ácido benzoico presente em uma "selagem térmica" tem muitas características do formol, gostaria de saber se ele é prejudicial como formol é tanto para o cabelo como para saúde em si, gostaria muito de um esclarecimento.

www.meustudiorocha.blogspot.com

Unknown disse...

Eu uso a escova de carbocisteína há algum tempo e meu cabelo desbota muuuuito. Uso um tom de vermelho no cabelo e após a progressiva, fica entre o laranja e marrom. Mas mesmo assim acho que o resultado fica muito bom e olha que meu cabelo é super enrolado. Uma dica é usar uma chapinha bem potente e passar de 8 a dez vezes em cada mecha.

Larissa disse...

não entendi nada. A carbocisteína avermelha ou clareia(abre o tom)?

A Estrutura da Pele

A pele é o maior órgão do corpo humano, composta por três camadas: a epiderme, a derme e a hipoderme (camada mais interna de tecido adiposo). Ela atua como uma barreira protetora, prevenindo a perda de água e bloqueando a entrada de agentes exógenos.
Epiderme: é constituída de várias camadas de queratinócitos (células responsáveis pela produção de queratina) em diferentes estágios de maturação. Essa é a camada responsável pela prevenção da desidratação das demais camadas. Na epiderme está o extrato córneo, que é a parte mais externa da epiderme. O extrato córneo é a barreira protetora contra a penetração de substâncias estranhas ao corpo.
Derme: é um tecido elástico e resistente que proporciona resistência física ao corpo inteiro. Essa camada fornece os nutrientes para a derme e é formada por células como fibroblastos, granulócitos, colágeno, elastina, glicosaminoglicanos e glicoproteínas.


A Estrutura do Cabelo

O fio de cabelo é formado pelos seguintes componentes: a cutícula, o córtex e a medula.
Cutícula: é constituída por proteínas, é parte mais externa do fio, sendo responsável pela proteção das células do córtex. É a camada cujas propriedades estruturais servem de proteção contra influências externas, ela é responsável pelo ingresso e egresso de água, o que permite manter as propriedades físicas da fibra. É formada por células escamosas de queratina que se sobrepõem umas as outras, lembrando escamas de peixe, formando uma cobertura.
Cortex: ocupa a maior área seccionada do fio (75 %) e é constituído por células ricas em ligações cruzadas de cistina (enxofre) e células rígidas separadas uma a uma por uma membrana celular. O córtex é formado por macrofibrilas de queratina alinhadas na direção do fio. Distribuídos aleatoriamente no córtex estão os grânulos de melanina cujo tipo, tamanho e quantidade determinam a cor do cabelo.
Medula: No interior do córtex está localizada a medula, porém esse componente pode estar presente ou ausente ao longo do comprimento do fio.